Arquitetura, produto e código com propósito
Este repositório representa dois universos que se cruzam: Steply, uma operação de tecnologia focada em execução real de produto, e LucasHiago, a identidade técnica por trás das decisões, arquitetura e código.
Não é sobre frameworks da moda.
É sobre resolver problemas reais com engenharia sólida.
Site: https://steply.com.br
Steply é uma operação de outsourcing técnico e desenvolvimento de produto focada em startups, empresas em crescimento e fundadores que precisam de execução, não de promessa.
A Steply nasce da dor clássica do mercado:
- Projetos que não saem do papel
- Código sem dono
- Arquitetura improvisada
- Times inchados sem eficiência
Aqui, a proposta é simples: engenharia responsável, entrega contínua e visão de negócio.
Site: https://www.lucashiago.com.br
Este site é o manifesto técnico.
Não é portfólio genérico. É um mapa mental de como eu penso software, produto, arquitetura e crescimento.
É onde ficam:
- Estudos
- Experimentos
- Manifestos
- Provas de conceito
- Artigos técnicos
- Ideias que ainda não viraram produto
Código é uma consequência.
Arquitetura é uma decisão.
Produto é um compromisso.
Alguns princípios que guiam tudo aqui:
- Simplicidade antes de abstração
- Escala pensada desde o MVP
- Código legível vence código esperto
- Frontend não é só UI, é estado, performance e experiência
- Backend não é CRUD, é regra de negócio
- Infra existe para não ser percebida
Usado quando o projeto exige:
- Estado complexo
- Forms robustos
- Longa vida útil
- Escalabilidade de equipe
Destaques:
- Signals
- Standalone Components
- SCSS com design system próprio
- PWA first
- Arquitetura orientada a domínio no front
Usado quando a prioridade é:
- Performance
- SEO
- Time-to-market
- Dashboards e produtos B2B
Destaques:
- App Router
- Server Components
- TanStack Query
- Bryntum Gantt
- Integração pesada com APIs e estados complexos
O coração de quase tudo.
Motivos:
- Arquitetura clara
- Escala natural
- Código previsível
- Ótimo para times
Destaques:
- DTOs bem definidos
- Guards e Interceptors
- Domain-driven migrations
- Integração com filas, workers e IA
- APIs pensadas para evolução, não só para funcionar hoje
Usado estrategicamente em:
- Sistemas administrativos
- Backoffices
- Projetos legados bem tratados
Destaques:
- Laravel 9+
- Vue 2.7
- Policies bem definidas
- Permissões com Spatie
- Performance cuidada, sem magia desnecessária
Quando o projeto é sério.
- Domínios customizados
- Tipos fortes
- Triggers conscientes
- Migrações versionadas
Quando o contexto pede compatibilidade ou legado.
- Diagnóstico de performance
- Slow query log
- Índices bem pensados
- Sem SELECT *
- Docker & Docker Compose
- PM2
- Vercel
- Linux first
- Monitoramento real, não só dashboard bonito
- Scripts próprios para diagnóstico e manutenção
Infra aqui não é luxo.
É fundação.
Não como buzzword. Como ferramenta.
- LLMs locais (Ollama)
- APIs de IA para geração de conteúdo e interfaces
- TTS com Piper
- Experimentos com agentes e automação de processos
- IA integrada ao produto, não jogada por cima
Alguns projetos que orbitam este ecossistema:
-
Organos
PWA de gestão para MEI e pequenos negócios -
Dashboards internos
-
Ferramentas de automação
-
Provas de conceito em web, jogos e IA
Construir:
- Produtos sustentáveis
- Código que envelhece bem
- Times que entendem o que estão fazendo
- Sistemas que não implodem em 6 meses
Steply é o veículo.
LucasHiago é o arquiteto.
- Site Steply: https://steply.com.br
- Site pessoal: https://www.lucashiago.com.br
- LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/lucashdsf/
Software não é arte abstrata.
É engenharia aplicada ao mundo real.
Este ecossistema não nasceu de tutoriais.
Nasceu de problemas reais, demandas de cliente, gargalos técnicos e curiosidade aplicada.
Alguns projetos viraram produto.
Outros viraram base arquitetural.
Todos deixaram código melhor do que encontraram.
Um módulo reutilizável para documentação viva de APIs em NestJS.
Não é só Swagger plugado.
É uma camada pensada para padronizar, versionar e organizar documentação em projetos médios e grandes.
- Swagger espalhado
- Controllers poluídos
- Documentação quebrando a cada refactor
- Falta de padrão entre squads
- Módulo isolado e plugável
- Organização por domínio
- Integração limpa com DTOs
- Pensado para projetos enterprise
Esse módulo nasceu da dor de manter APIs grandes sem virar bagunça.
Asteroth é um planeta contínuo, um único mapa persistente, sem shards visíveis e sem telas de loading. O jogador nasce em um ponto do planeta e pode literalmente dar a volta no mundo.
Visualmente pode manter a leitura top down/isométrica de Albion, mas estruturalmente funciona como um planeta esférico projetado em chunks.
Mundo como planeta, não mapa plano Tecnicamente você não cria uma esfera gigante renderizada inteira. Você cria: Um planeta matemático (raio, centro, gravidade). A superfície é dividida em chunks geodésicos ou tiles adaptativos. Cada chunk carrega terreno, bioma, recursos, mobs e players próximos. O servidor streama chunks conforme posição e direção do player. O jogador anda “reto”, mas o vetor de gravidade e orientação muda sutilmente. Ele nunca percebe a curvatura, só sente que o mundo é infinito.
Biomas e ecossistemas
Cinturão equatorial: PvP intenso, recursos raros. Regiões temperadas: cidades, craft, comércio. Polos: clima extremo, mobs únicos, endgame. Tudo conectado, sem borda invisível. Combate e progressão estilo Albion
Mantém o DNA: Skill baseada em equipamento.
Nada de classes fixas. Pode mudar de classe baseado em reset, pois cada classe trás de forma inata algumas skills Full loot ou loot parcial por região. Economia 100% player driven. A diferença é estratégica: controlar territórios agora significa controlar regiões do planeta, rotas comerciais e até o clima econômico.
Cidades e política Cidades surgem onde players constroem. Guilds podem dominar continentes inteiros. Com o tempo, o planeta muda. Florestas somem, desertos avançam, cidades viram ruínas. O mundo conta história.
Aplicação desktop construída com Electron para gerenciamento e suporte a ambientes de poker.
- Desktop multiplataforma
- Integração com APIs externas
- Gerenciamento de estado local
- Performance cuidada mesmo fora do browser
Esse projeto mostrou claramente que:
Electron não é gambiarra quando bem arquitetado.
API backend construída como núcleo de um ecossistema.
Pensada desde o início para:
- Escalar
- Ser consumida por múltiplos frontends
- Evoluir sem quebrar tudo
- NestJS
- PostgreSQL
- Autenticação sólida
- Domínio bem separado de infraestrutura
galax-api é base.
Sem pressa. Sem atalhos.
Camada de e-commerce desacoplada, construída sobre a galax-api.
- Backend-first
- Regras de negócio claras
- Preparada para múltiplos canais
- Não acoplada a tema ou frontend específico
Aqui a ideia nunca foi “loja bonita”, e sim negócio sustentável.
Sistema focado em microempreendedores individuais (MEI).
Simplificar emissão, controle e entendimento de notas fiscais.
- Interface simples
- Linguagem acessível
- Backend confiável
- Nada de overengineering
NFMEI nasce da observação direta:
Pequenos negócios sofrem porque sistemas são feitos para empresas grandes.
Sistema de gestão voltado para o segmento de moda.
- Controle de coleções
- Estoque
- Processos internos
- Organização de fluxo
Aqui o desafio não era técnico.
Era traduzir um negócio específico para software sem forçar o cliente a se adaptar ao sistema.
Além dos projetos autorais, já atuei em:
- Sistemas administrativos
- Backoffices complexos
- Dashboards operacionais
- Migração de sistemas legados
- Reestruturação de código caótico
- Performance tuning em bancos de dados
- Projetos com prazo curto e impacto real
Muitas vezes entrando quando:
- O projeto já estava atrasado
- O código já estava frágil
- A arquitetura já tinha dado sinais de colapso
Todos esses projetos compartilham algo em comum:
- Código que alguém vai manter
- Arquitetura que explica decisões
- Produto que respeita o usuário
- Engenharia que respeita o tempo
Nem tudo vira vitrine.
Mas tudo vira base.
Projetos passam.
Arquitetura fica.
Além de código, produto e arquitetura, também sou autor do meu próprio livro.
Não é um livro de framework.
Não é tutorial passo a passo.
É um livro sobre fundamentos reais de software, engenharia e pensamento técnico.
O livro nasce da necessidade de registrar algo que quase nunca é ensinado:
- Como pensar sistemas antes de escrever código
- Como evitar decisões técnicas irreversíveis
- Como diferenciar complexidade necessária de complexidade inútil
- Como arquitetura, produto e negócio se cruzam no mundo real
Ele não tenta formar programadores rápidos.
Ele tenta formar engenheiros conscientes.
Alguns temas centrais:
- Fundamentos de arquitetura de software
- Tomada de decisão técnica sob pressão
- O custo invisível de más abstrações
- Backend além do CRUD
- Frontend além da interface
- Por que muitos sistemas quebram mesmo “funcionando”
- Código como responsabilidade de longo prazo
Tudo isso escrito a partir de:
- Projetos reais
- Sistemas que escalaram
- Sistemas que quebraram
- Erros que custaram caro
Porque documentação morre.
Porque posts se perdem.
Porque vídeos envelhecem rápido.
Um livro força clareza de pensamento.
Escrever foi a forma mais honesta de organizar anos de:
- Decisões difíceis
- Refactors dolorosos
- Sistemas herdados
- Produtos que deram certo
- Produtos que ensinaram mais do que sucesso
Software não é sobre ferramentas.
É sobre decisões.
O livro não promete atalhos.
Ele entrega fundação.


